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Missão FIEG

Promover o desenvolvimento econômico, social, cultural e industrial do Estado, fortalecendo o associativismo sindical, fomentando os negócios das empresas e defendendo os interesses políticos da classe industrial goiana.

Histórico - Federação das Indústrias do Estado de Goiás

Fundada em 16/12/1950 por cinco sindicatos - das Indústrias da Construção e Mobiliário, da Indústria da Alfaiataria e Confecção de Roupas de Homem, da Indústria de Calçados, das Indústrias de Alimentação e das Indústrias Gráficas do Estado de Goiás -, a Federação das Indústrias do Estado de Goiás foi instalada, oficialmente, em 1°/5/1952, no salão de honra da Federação do Comércio do Estado de Goiás. Com a criação da FIEG, logo também se instalaram em Goiás os departamentos regionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e do Serviço Social da Indústria (SESI).
Seu primeiro presidente, Antônio Ferreira Pacheco, manteve-se no cargo até 1967, quando faleceu e teve como substituto legal o vice-presidente José Aquino Porto. Durante 33 anos, José Aquino Porto presidiu a FIEG, reeleito em mandatos sucessivos, até considerar cumprida sua missão, passando a função, em 2000, ao vice Paulo Afonso Ferreira, que foi depois eleito para o triênio 2002/2005.
Ao longo de sua história, a entidade participou de todos os grandes acontecimentos no Estado que envolveram o setor industrial, colaborando decisivamente com os poderes públicos para implantação e consolidação do parque industrial goiano. Por sua iniciativa ou com sua participação direta, foram aprovadas leis essenciais ao setor produtivo, como a Lei 2.000, que assegurou a isenção do IVC (Imposto de Vendas e Consignação) por dez anos a novas indústrias; Lei 7.382, que financiou o ICM (Imposto de Circulação de Mercadorias) e a Lei 7.700, que continuou essa isenção por mais cinco anos. Em 1982, veio o Fomentar e, em 2000, o Produzir, que financia o ICMS (Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços) para empresas que se instalam ou se ampliam em território estadual.
O grande segredo do sucesso da FIEG é a união interna que sempre lhe permitiu avanços. Em meio século de existência, apenas em 1988 ocorreu na entidade uma disputa eleitoral, assim mesmo imediatamente absorvida por seus dirigentes que, no pleito seguinte, já restabeleciam o consenso.
Outro fato a considerar é o alto conceito e a posição de destaque da FIEG na Confederação Nacional da Indústria (CNI), onde José Aquino Porto foi diretor secretário por 35 anos e em cuja diretoria executiva, atualmente, Paulo Afonso Ferreira é o 1º Secretário.

Integração

A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Serviço Social da Indústria (SESI) chegaram a Goiás no início da década de 50, quando o Estado era conhecido apenas por seus rebanhos e plantações e a indústria incipiente embalava sonhos de pioneiros. Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e Instituto de Certificação Qualidade Brasil (ICQ Brasil) completaram mais tarde o time vencedor.
Mais de meio século depois, quando a indústria responde por cerca de 34% do PIB de Goiás, as instituições se integram em uma só gestão administrativa para atender melhor ao crescimento acelerado do parque industrial. A aposta agora é guiar-se por um modelo organizacional que torne FIEG, SESI, SENAI, IEL e ICQ Brasil ainda mais parceiros entre si e de seus clientes, atuando de forma complementar e co-responsável. Cada uma das instituições, no entanto, mantém sua personalidade própria, em perfeita harmonia com suas políticas e diretrizes pré-estabelecidas.
Exemplo claro disso já pode ser percebido ao se completar o primeiro ano do processo de compartilhamento do Sistema FIEG, no último dia 3 de junho de 2005.
Fruto da integração, além da boa qualidade dos serviços prestados, é inegável a maior personalidade adquirida pelas instituições no mundo empresarial e político e na comunidade.
Apesar das dificuldades normais em um processo tão complexo, percebe-se no dia-a-dia gradativa melhoria do relacionamento interno das cinco instituições, convivência fraterna e disposição para trabalho por um objetivo comum.
Vamos em frente. Juntos, venceremos os desafios.